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23/02/2022

ATÉ QUE A VIDA NOS SEPARE - A SÉRIE DA RTP QUE CONQUISTOU A NETFLIX

Até que a vida nos separe, a série da RTP que conquistou a Netflix
foto daqui


Até Que a Vida Nos Separe é uma série original da RTP que saiu na Netflix, em fevereiro de 2022, em quase 200 países. Mas foi o ano passado que conquistou o meu coração, quando estreou no canal público e no seu serviço de streaming, RTP Play. 

A série tem como base a história da Família Paixão, que gere uma quinta de casamentos. Mas, engane-se quem pensar que é apenas um enredo de "casaram-se e viveram felizes para sempre". Até Que a Vida Nos Separe fala das várias formas do amor, de diferentes tipos de relações e tem pequenos finais dos mais felizes aos mais tristes, passando pelos assim-assim. Fala de amores e desamores, de encantamentos e traições. Retrata a vida tal como ela é. Um misto de encontros e desencontros que tanto nos fazem questionar qual o sentido de estarmos cá, como nos deixam enamorados por pormenores do dia a dia.

A Família Paixão é o exemplo de uma família normal e imperfeita. Cheia de defeitos, dúvidas e um negócio com os dias contados. Ao mesmo tempo, emanam amor até quando discutem. Afinal é isso uma família. Um grupo de pessoas dispares unidos por uma forma de amar única.

04/10/2021

SEX EDUCATION. OU TUDO O QUE DEVIA SER DITO NAS ESCOLAS

sex education, netflix. ou tudo o que devia ser dito nas escolas
imagem daqui

Na escola secundária de Mordale, os estudantes encontram-se numa fase da vida delicada. A par das aulas, têm um problema ainda maior: descobrir quem são.

A série Sex Education fala da tão complexa procura de respostas, caminhos e identidade que é vivida na adolescência. Nesta fase são mais as perguntas do que as respostas. E mesmo quando estas chegam vêm, muitas vezes, pouco esclarecedoras. Ou até mesmo erradas.

A não ser que venham de Otis. O jovem com dificuldades de socialização tem respostas para tudo o que esteja relacionado com sexo. É a vantagem de ter uma mãe terapeuta sexual e sem complexos. Perante todas as dúvidas dos colegas, Otis e a sua colega Maeve decidem abrir uma clínica sobre sexualidade, num edifício abandonado da escola. 

É a partir desta premissa que se desenrola a trama de Sex Education. 

03/03/2021

PLAY | SÉRIES DA RTP PLAY - AS VOSSAS SUGESTÕES

séries rtp play - as vossas sugestões

Na semana passada falei sobre séries para ver na plataforma RTP PLAY (descobre-as aqui). Fiz uma seleção de quatro das minhas preferidas, mas ainda ficaram tantas outras por falar. E todas excelentes. Tanto aqui no blog como no Instagram deixaram várias sugestões, algumas que já tinha visto e outras que não. Então, decidi compilar todas as séries que me recomendaram numa publicação.

04/02/2021

PLAY | SÉRIES PORTUGUESAS PARA VER NA RTP PLAY

Séries portuguesas para ver na rtp play


Os portugueses criam coisas de qualidade. Muitas! Incluindo séries. Muitas vezes, temos tendência a olhar e dar valor apenas ao que vem de fora. É meio irónico um dos traços dos portugueses é preferir arte internacional. Talvez esteja relacionado com todo o tempo que estivemos fechados para o mundo. Seja como for cabe-nos a nós mudar esta realidade. Deixar de lado as plataformas internacionais  e fazer umas boas maratonas em bom português.

Ainda por cima, para além da boa qualidade da ficção nacional, o acesso é gratuito. A plataforma RTP Play, disponível em versão web e app, tem disponíveis várias séries, documentários e filmes que provam que o que é nacional é (mesmo) bom.

O mais difícil da RTP Play é decidir o que ver, no meio de tantas boas opções. Para te ajudar, hoje, venho dar-te a sugestão de 5 séries que vi e adorei. 

09/12/2020

Play | Noites com Gilmore Girls

gilmore girls


As noites das últimas semanas têm sido muito parecidas. Envolvem vestir uma pijama quente (e foleiro); enfiar-me na cama, rodeada de mantas e almofadas; e devorar dois ou três episódios de Gilmore Girls. Pode ou não, haver espaço para  um momento  de de leitura, depois da série, dependendo da motivação - e do do nível de sono. Os livros têm estado mais presentes na rotina diurna, enquanto Gilmore Girls ocupou o lugar principal das noites.

Comecei a ver a série em setembro. Levei algum tempo a ver as duas primeiras temporadas. Gostei logo de algumas personagens, contudo demorei a entrar na história. Pelo menos, com aquele entusiasmo que prende e resulta em maratonas. A segunda temporada foi a que mais custou.  Achei demasiado monótona. A duração de cada episódio também não ajudou. Uma média de 40 minutos por episódio é demasiado para alguém como eu. No início deste ano mal quase não via séries e dou sempre prioridade às que têm uma média de 25 minutos por episódio. Mesmo assim, insisti. Afinal, é difícil resistir àquelas raparigas!

22/10/2020

play | 3 Motivos para veres Emily in Paris


Emily in Paris. Ou por outras palavras "a série do momento", é uma comédia romântica repleta de clichés pronta a satisfazer todos os teus guilty pleasures. Emily Cooper é uma americana que vai trabalhar numa agência de Marketing em Paris, França. Entre choques culturais, amores e desamores e novas amizades, a jovem Chicago abraça a vida parisiense com muito estilo e um toque leve e divertido. 

Vi Emily in Paris num daqueles dias em que só apetece ficar na ronha e ver histórias lamechas. Tinha acabado de estrear e toda a gente falava na série tanto por ser uma boa série e divertida, como por estar cheia de clichés. Confesso que foi este pormenor que me levou a escolher esta entre todo o cartaz da Netflix. Tinha saudades daquelas tardes de domingo em frente à televisão a ver comédias românticas, aquele programinha básico que parece de outra vida.

14/07/2020

4 Verdades sobre viver da escrita segundo a série Sex and the City

As séries e os filmes têm tendência a romantizar a vida de escritores e as redes sociais as de criadores de conteúdos. Quando visto através de um ecrã, tudo parece simples, tranquilo e glamoroso. Se houve programa que me transmitiu isto foi Sex and the City




Quatro amigas a viver em Nova Iorque, que pouco trabalham, fazem compras nas lojas mais caras e usam vestidos e sapatos de gala quase todos os dias, para ir às festas mais badaladas da cidade que nunca dorme. Mais glamour que isto é impossível.

Sabes quem também nunca dorme? que vive de e para criar. Ou, pelo menos, dorme pouco. As ideias fervilham sem hora marcada para aparecer. E, por vezes, é preciso ficar acordado noite fora, não em festas, mas a trabalhar.

Voltando à série Sex and the City, já aqui falei sobre os ensinamentos de escrita que retirei das aventuras de Carrie Bradshaw. Neste artigo, vou analisar a série da HBO, de forma diferente, e falar da realidade e concelhos sobre viver como escritora - ou criadora de conteúdos, ou empreendedora, no geral. 




1. Uma crónica por semana pode permitir alugar uma casa, mas não comprá-la


Quando Carrie se deparou com a possibilidade de vir a perde o seu apartamento, percebeu que escrever uma crónica por semana pode pagar o aluguer de uma casa, mas não permite comprá-la.
É preciso definir um orçamento, no qual vais estabelecer as tuas necessidades e adaptar a tua oferta e densidade de trabalho de forma a que consigas ter um lucro que se adapte ao teu estilo de vida.
E claro, convém sempre poupar para algum imprevisto, pelo menos nas fases em que tens menor rendimento. Se calhar, aquele par de Manolos não são assim tão precisos... 


2. Nem toda a gente vai gostar do teu trabalho


Receber críticas é normal em qualquer trabalho ou atividade que faças e a escrita não é exceção. Por melhor que escrevas, a crítica depende do gosto de cada um e, como os gostos não são todos iguais, é normal haver quem aprecie menos o teu trabalho. Mas, isso não significa que o teu sucesso está em risco. No máximo, é um motivo para ir bater a outras portas. 


3. O teu estilo de escrita não vai servir para todos os trabalhos


Tal como nem toda a gente vai gostar do teu trabalho, o teu estilo de escrita não vai servir para todos os trabalhos. Claro que há formas de dar a volta ao assunto, como adaptares-te às exigências e necessidades do projeto em questão. Por vezes, é preciso esqueceres o teu estilo e adaptares-te ao que é pedido pelo cliente, empregador ou, até, público-alvo.


4. Acima de tudo, nunca desistas!


Se há uma lição que a Carrie ensina é a não desistir e a lutar sempre pelos sonhos. Seja como escritora, amiga, amante ou sonhadora, segue o exemplo da Nova Iorquina e luta sempre pelos teus objetivos!

16/04/2020

séries: questões por responder

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Séries. Um mundo fantástico por descobrir. E para ficar uma tarde inteira sentada no sofá - ou na cama. São pontos de vista diferentes, mas ambos viáveis. Escolham o que preferirem. Pessoalmente prefiro a primeira. Até há pouco tempo, nunca fui muito de fazer maratonas. Só este ano é que comecei a deixar-me levar pelos inúmeros episódios repetidos e por ver séries com regularidade. Mesmo assim, consigo passar dias sem o fazer, ou sequer lembrar. Isso e ver tudo fora do tempo. Por consequência sou aquele espectador que nem se importa com spoilers - a última temporada de La Casa de Papel foi a exceção. Faço mais parte daquele grupo que gosta de estar atento a pormenores. O resultado é ficar com algumas questões aleatórias a atormentar o cérebro, sobre aspetos que não fazem muito sentido.

Eu sei, nem tudo pode ser perfeito. Se na vida real não, por que é que há de ser na ficção? Porque a ficção é nosso espaço de conforto. Aquele abracinho caloroso, no qual nos podemos esconder nas falhas do mundo. E depois vêm-me com falhas e eu fico aqui apoquentada (sempre achei piada a esta palavra). A remoer e procurar respostas madrugada fora, enquanto oiço o galo do vizinho a cantar. E são essas questões que quero partilhar contigo, hoje.

Antes disso: STOP!

A próxima parte do texto pode conter spoiler sobre as séries Friends, You e La Casa de Papel. Não te importas? Então segue em frente e continua a ler.

19/02/2020

Séries para ver num dia

series para ver num dia


É inverno, os dias continuam curtos, na rua está frio e um dos melhores planos para o fim de semana é ficar por casa, no sofá, com mantas e bebidas quentes, a fazer maratona de séries. E se for possível ver uma série completa num dia, é a cereja no topo do bolo. Para animar este inverno, deixo algumas sugestões de séries para se ver num dia.

29/01/2020

marketing | girlboss: lições de marketing escondidas

lições marketing digital série girlboss netflix
imagem daqui


Girlboss é uma série americana que consiste numa interpretação livre da história de Sophia Amoruso, criada por Kay Cannon e presente na Netflix. Sophia Marlowe, a personagem principal, no mesmo dia em que perde o emprego, recebe um aviso que será despejada de casa, devido a ter o pagamento da renda em atraso. Tudo parece estar a correr mal, quando a jovem de São Francisco vê a luz ao fundo do túnel após começar a vender peças de roupa vintage no E-bay.

Entre romance, moda e um toque de loucura, a série acompanha a vida de Sophia no início da sua carreira no mundo do e-commerce e apesar de não se focar no tema a 100%, tem diversas lições sobre negócios online e marketing digital, escondidas. 

22/11/2018

Sara

Sara rtp2
Imagem retirada da página de Facebook da série Sara


De uma ideia original de Bruno Nogueira surgiu "Sara", uma série trágico-cómica que passou na RTP2, nos últimos domingos.
Sara (Beatriz Batarda) é uma atriz de cinema conhecida pelo drama que entregava às suas personagens e pela sua capacidade nata para conseguir chorar. Mas, um dia, as lágrimas secaram e Sara trocou a sétima arte pelas novelas. 

A série tem tanto de cómico como de dramático e até momentos mais sem sentido, que, conjugados, resultam numa obra ímpar e cativante. Repleta de humor negro, "Sara" é uma crítica à realidade da televisão portuguesa, em especial das novelas. Conta com a caricatura de personagens típicas do mundo televisivo, como a atriz que vive de patrocínios nas redes sociais (Inês Aires Pereira) e o ator canastrão que gosta de chamar a atenção dos meios de comunicação (Nuno Lopes).

O que mais me intrigou na série foi o agente de Sara, interpretado por Albano Jerónimo. Ao início parece um agente normal mas, no desenrolar da história, parece uma personagem que só Sara vê, uma espécie de alter-ego ou consciência que a acompanha para todo o lado e aparece e desaparece como por magia. 

"Sara" é uma série com oito episódios, caracterizada por uma imagem bastante cinematográfica. Os seus criadores, Bruno Nogueira e Marco Martins, conseguiram criar um produto de excelência, uma sátira repleta de dignidade, à qual faltou promoção por parte do canal público. Por outro lado, tem-se revelado um fenómeno na internet. A série, que também esteve disponível na plataforma RTP Play, foi positivamente criticada nas redes sociais. Aliás, o sucesso foi tanto que o ator Nuno Lopes, criou uma conta de Instagram para o seu personagem, @joaonunes.oficial, que já conta com mais de 4 mil seguidores.


Marisa

29/05/2018

Step Up High Water.

Step Up High Water



Dançar é mais do que uma atividade física. Dançar é a libertação do corpo e a expressão da alma. Dançar é viver. Sou grande fã desta arte, já falei disso aqui. E, por consequência, aprecio bastante filme de dança. Os meus preferidos são os da saga Step Up. Mas não é de filmes que venho falar hoje, é de séries. Da série Step Up High Water.

Inspirada nos filmes Step Up, a série do Youtube, conta a história de um casal de irmãos que veem na dança o seu refúgio e o sonho. Obrigados a mudar os seus planos de vida, Janelle e Tal Baker, dão por si, numa cidade nova, a viver com um tio desconhecido.

High Water é a escola de dança, fundada pelo famoso cantor Sage Odom, dedicada a jovens desfavorecidos. A escola rapidamente se torna a luz ao fundo do túnel para os gémeos, por diferentes motivos. Mas só terá lugar na tão aclamada High Water.

Uma história que junta personagens diferentes, com características opostas e que convivem e se unem em prol de um só mote: a dança. Mas engana-se quem pensar que é “só mais um musical”, no qual todos dançam e são felizes. Nada disso. Step Up High Water aborda temas como drogas, disputas de grupos rivais, bullying, homossexualidade. A narrativa e fotografia prendem ao ecrã e fazem querer ver todos os episódios seguidos. No final de cada um, fica sempre uma ponta de suspense que precisamos urgentemente de desvendar. Uma série com histórias com passado e com um futuro em aberto.

Step Up High Water, deixou-me completamente encantada e com um desejo enorme que a segunda temporada, anunciada para o próximo ano, chegue depressa.

Marisa

06/04/2018

PLAY | 1986




1986, o ano das eleições presidenciais portuguesas mais disputadas de sempre. Mas enquanto o país se divide entre Freitas do Amaral e Mário Soares, um grupo de cinco jovens depara-se com uma luta ainda maior. Encontrar o seu caminho, e o amor. 

Tiago, um rapaz tímido e inseguro, apaixona-se por Marta, a menina bonita, 'betinha' e popular. Os dois vivem um romance ao jeito de Romeu e Julieta entre comunistas e fascistas. Ele é filho de um apoiante de Álvaro Cunhal que se vê obrigado a votar  num Soares que "é fixe". Ela tem um pai entoa com orgulho"P'ra frente Portugal". 

A estes jovens junta-se Sérgio, um jovem fã de metal, só pensa em perder a virgindade com uma loira fã de Iron Maiden. O que ele não sabe, é que a loira, é a sua amiga Patrícia, uma gótica filha de uma hippie. E há, ainda, Gonçalo, o típico bully que atormenta as minorias.

A série criada por Nuno Markl é uma viagem completa a 1986. A política é um elemento constante, evidenciando o fanatismo vivido na época. Mas também vive de cultura. Mostrando um Portugal recém aberto às influências estrangeiras. As roupas, as músicas, um video-clube, uma rádio pirata, as 'novas' tecnologias, remetem para uma época repleta de esperanças num futuro promissor.

Assistir a 1986 foi um misto de emoções. A série tem personagens com personalidades muito singulares, com as quais é fácil ganhar afinidade. A narrativa engloba momentos que tanto nos fazem rir à gargalhada, como de emocionar. A banda sonora tem músicas da altura, mas mas é essencialmente constituída por canções originais de artistas contemporâneos. Criando uma harmonia agradável na narrativa. 

1986 foi uma experiência 'eletrificante', e a prova que se fazem coisas de qualidade em Portugal. A única coisa que gostei menos foi ter acabado tão depressa. A série passa semanalmente na RTP, às terças feiras, mas tem os 13 episódios disponíveis no site RTP Play

Marisa

Mergulhas?

© Maresia
Maira Gall