04/10/2018

Os livros que devoraram o meu pai

Afonso Cruz

Aos 12 anos Elias Bonfim, descobre que o pai foi 'devorado' pelos livros que lia, tendo entrado e vivido em obras literárias. Com o objetivo de encontrar o pai, o rapaz começa a ler os seus livros e a seguir pistas que este escrevera nas margens das páginas. Deste modo, e tal como o progenitor, Elias começa, então, a decorar livros ao mesmo tempo que é devorado por eles e se relaciona com personagens de livros diferentes. Porém, ao contrário do pai, o jovem se deixa devorar totalmente pelos livros, vagueando entre o mundo da ficção e a realidade. 

"Os livros que devoraram o meu pai", ao início parece confuso, contudo a meio da leitura a história vai ganhando forma, apesar do final vago. A leitura foi de dificuldade média, porque é preciso atenção e, até, uma certa habitação à escrita de Afonso Cruz, para se perceber se o protagonista está no mundo dos livros no real.

Este livro é pequeno e lê-se em poucas horas, é daqueles que se tivermos uma tarde livre, começamos e acabamos num piscar de olhos e, quando damos por isso, ainda nem é horas de lanchar. 


Pontuação 4★
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Marisa

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